Há um tempo atrás, durante uma propaganda sobre a importância do voto, o governo veiculava uma propaganda na tv que falada " eu voto, eu existo". Eu lembro de rir um monte disso, e ri ainda mais hoje quando me ocorreu um pensamento novo:
"Eu não existo de verdade."
Sério, eu sou uma mentira, não sou nada do que se pensa, nem do que se deixa de pensar, eu simplesmente não sou. Sou aquele que ri. Sou o homem que não sabe de nada, logo, o nada eu sou.
A criança velha, que por ser um paradoxo, não há como ser verdade nessa realidade. Como aquele lugar que Terry Pratchett citava, no limiar da imaginação, nas fronteiras do pensamento, quase dá pra me ouvir gritando, quase dá pra me ver acenado.
Disso tudo quero ter certeza de uma coisa, que o eco da minha risada chegue até aqui.
Saudações transeuntes distantes.
Um comentário:
sir, essas coisas q vc anda escrevendo me deixam pensativa, e digo mais, até um pouco preocupadas com vc! t juro!
=(
=**
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