quinta-feira, dezembro 29, 2005

Tem dias que a gente se sente, como quem partiu ou morreu...

Acho que é roda viva a música de onde saiu isso aí de cima. É engraçado como ultimamente tem rodado mensagens "sábias" pela net. Eu já cheguei a criar duas teorias sobre essa sabedoria.
- Quando se escreve muito, sobre o que pensa, o que sabe, sobre tudo, muito mesmo, alguma hora alguém vai ler algo legal que vc escreveu e vc virará citação de sabedoria...
- Há uma inteligência maior por trás disso tudo e nem sempre a gente está de fato no controle do que estamos fazendo, daí algo que precisa circular, ser lembrado, é contado ou dito através do que estamos dizendo.

Mas ainda há outras teorias malucas, do tipo a minha preferida, nada disso é sabedoria de verdade, é só um monte de bobeira que alguem escreveu por que lhe ocorreu que seria divertido escrever aquilo e outrém interpretou de um jeito diferente, deu uma roupagem nova e disse: OLHA QUE PROFUNDO!!!

domingo, dezembro 25, 2005

Fiquei muito tempo sem computador e idéias pra postar. Não tenho a intenção de escrever pouco, se estiver com preguiça de ler nem comece...

Tô afim de falar sobre a dor, sobre a genialidade e sobre imortalidade. E pra ficar bastante confuso, sobre o ponto de intercepção disso tudo. Tudo começou com um programa de televisão aberta, e não interessa qual, que mostrou o "castelo incantato". Um lugar na Sicília, onde um cara com uma puta dor de cotovelo, uma dor profunda por ter perdido o grande amor da vida dele (mais ou menos o de sempre) esculpiu em pedra e em algumas árvores do terreno, rostos. Todos com uma expressão melancólica, de desânimo. Bom, o cara se imortalizou com a "obra" e a mulher, uma nova-iorquina, ninguém nem sabe quem era.


Depois de ter visto isso, fiquei pensando sobre muitos autores, escultores, escritores, enfim, os caras que de certa forma saíram da normalidade e se eternizaram em livros, em esculturas e em outros campos. Alguns desses caras nem tinham nada de mais legal que o resto do mundo, tirando uma dor ultra super grande que sentiam (principalmente alguns nomes do romantismo, os ultra românticos principalmente). Ou esses caras não encontraram nunca o amor que tanto procuravam e sofriam por isso, ou tinham perdido esse amor ou simplesmente criavam um dor a partir do nada, meio que num esboço de auto flagelação, masoquismo ou outra palavra que expresse essa mesma idéia (eu acho que eu inventei a minha a partir do nada, depois fui adicionando elementos). Agora, juntando um pouco tudo, será que vale a pena deixar de viver uma vida normal, uma vida razoavelmente feliz, sem muitos abalos e se divertir com o que há pra se divertir? Ou vale mais ainda se imortalizar numa forma qualquer de expressão de uma dor profunda? Alguem já leu algo que escreveu enquanto estava triste e depois ficou embasbacado com o tanto que era profundo? E claro, grande parte do que chamamos de genialidade é só o exagero de algo que todos temos em pequenas doses e os caras levaram ao extremo. Enfim, vale sofrer tanto só para ser "imortal"?

A verdade é que ando me perguntando muito se vale a pena ser só um cara sorridente e saltitante ou se cultivo meu lado "quero me matar" a extremos para poder me tornar alguém mais profundo e talvez até mais sábio. Cada vez mais estou me sentindo como não parte do que vivo, num processo continuo e inexorável de desadaptação. Com raros episódios de volta à normalidade. E espero sinceramente que tudo isso que eu escrevi seja só a lua...

segunda-feira, outubro 24, 2005

Que esse semana seja melhor que a passada. Que cada dia, por mais escuro e trevoso do mal que pareça, seja sempre mais divertido. Esse é o desejo meu de agora!

Eu até tinha pensado em algo útil pra colocar aqui, mas acontece que eu esqueci o que era, então fica por isso mesmo. Fui.

sexta-feira, outubro 14, 2005

O que é mais importante afinal? Ler poesias ou escrevê-las. Adianta alguma coisa ler sem sentir como se a escrevesse a cada palavra?

E essa maldita mania humana de ver como os outros fazem em vez de criar um jeito próprio de fazer? Essa necessidade de ver se faz igual todo mundo pra não ser anormal?

Tá, as exceções que me desculpem, mas tenho cada vez mais menos motivos pra acreditar em qualquer pessoa que seja...

quinta-feira, outubro 13, 2005

"O Último Bar

(Matanza)




O último bar quando fecha de manhã, só me lembra que não tenho aonde ir.
Bourbon tenho demais, mas que diferença faz se você não está aqui pra dividir?
Nada hoje em dia é como costumava ser, do jeito que era divertido um tempo atrás. Varava noite adentro pelos bares por aí, enchendo a cara e perturbando a paz.
Não é nenhuma novidade ficar uma semana sem dormir, em cada esquina tem um bar, em cada copo uma vontade de sumir de vez daqui.
Mas se eu voltei pra essa cidade, foi atrás de muito tempo que eu perdi. e cada vez que passa um cadilac eu fico procurando se é vocé a dirigir.
Toda noite tem sempre alguem pra me dizer, que mulher que vai querer te ver assim. Pleno festival, mulherada, carnaval e eu aqui com uma garrafa já no fim."




Depois ainda me perguntam por que gosto de matanza....

quarta-feira, outubro 12, 2005

O que dizer da madrugada?
O que dizer da escuridão?

Continuam a me seduzir.
Continuo acordado!

E sempre com um pensamento a me ocorrrer,
"Eu deveria estar dormindo..."

quinta-feira, outubro 06, 2005

A saga de um template

OU

O que uma noite sem dormir não faz?




Primeiro de tudo, template ou layout, para quem não sabe é o estilo, a formatação de uma página da web, é basicamente o que um webdesigner é pago para desenvolver (grosseiramente falando), vai de coisas razoavelmente simples, como um blog, a extremamente complexas, como de uma pág que visitei da banda "bidê ou balde", nem sei se está on line ainda, uma das melhores páginas que já visitei.

Bom, vamos à história. Muito resumidamente. Achei um template que funcionasse aqui, bem no estilo que eu queria e talz. Claro, nada é perfeito! É esse que está aqui, gostaram? Bom, aí eu coloquei ele e adivinhem, as letras começaram a ficar estranhas, como já aconteceu antes. No lugar de um é, por exemplo, ficava algo tipo æ. E eu não conseguia alterar isso. Eu já sabia, por causa de outra noite que não dormi, que isso é por que a página está numa codificação e o browser está achando que está em outra. Fui fuçar pra descobrir (o que aprendi de html hj não tá no gibi) e eis o que descubro: No começo do código do novo template tem assim "charset=iso-8859-1". Daí eu pensei, oba, é só ir nas opções do blog e mudar a codificação, que eu tinha colocado em uft-8. Cara, que grilo, não resolveu.

Depois de quase dois dias (sim, sou exagerado) resolvi tentar postar alguma coisa. O que eu postava novo, ficava sem os erros que aparecia nos anteriores. Dae eu pensei, nossa, é só eu repostar tudo. Depois de abrir quinhentas mil janelas, respostar tudo, formatar um monte de coisas no código original do template, FINALMENTE (mais de um ano depois e não é exagero dessa vez) com vcs ... meu blog com template e tudo mais. Aos poucos agora vou adicionando os links de outros blogs/flogs/páginas legais.

Ainda vou colocar os créditos na pág de onde tirei o código, já que eles pedem isso, mas aí do lado fala de onde eu tirei esse template, se tiver agradado a alguém.

Agora vou voltar a estudar obstetrícia que o dia nem tá tão longe assim de amanhecer e eu ainda tenho que estudar um pouco mais - incrível, acho que desde que terminei o segundo grau, nunca mais fiz uma prova tendo estudado tudo o que iria cair nela...

E pra finalizar, com vcs, o muito suado novo template!

quarta-feira, outubro 05, 2005

Ainda sem paciência pra consertar o troço do template e blah blah blah.

Eu estava escutando umas músicas aqui em casa e começou a tocar saltimbancos. Fiquei pensando como minha infância foi diferente de quase todo mundo que conheço. As poucas pessoas que tiveram uma infância parecida com a minha são pessoas mais velhas ou que moraram em lugares estranhos/exóticos pra época.

Será que o primeiro sinal de que a gente está ficando gente grande, ou envelhecendo, é quando a gente começa a pensar nas coisas que aprendemos quando éramos pequenos e entender como isso se relaciona com quem somos hj? Eu tenho pensado muito nisso.

Junta tudo que eu disse, taca no liquidificador e joga noutro recipiente - explicações!

itens a considerar

-Não sou filho da puta como a nova geração - me disseram isso ontem se referindo a uma galera que de certa forma faço parte.
-Fazer alguem se sentir mal, quando vc tá com raiva dessa pessoa, é muito mais prazerozo do que fazer alguem que vc gosta se sentir bem. É preciso muito de princípios e de bom caráter pra não ficar sempre só fazendo o mal. Talvez eu esteja perdendo um pouco dos meus princípios, mas ainda não o suficiente pra ser filho da puta.
- "Um bicho só é só um bicho", Saltimbancos - um dos aspectos responsáveis por quem sou hj.

Como será que as novas gerações pensarão? Qual será o impacto do que elas tem como "exemplo" na vida delas? E o que será que as pessoas que conheço que não são boas, ou que não tem um pingo de humanismo e compaixão, viveram enquanto cresciam?

Bom, posso até me tornar velho um dia, mas virar adulto nunca!!! "síndrome de Peter Pan" Alguem aí já descreveu isso? hehehe

Saudações!

domingo, outubro 02, 2005

Tudo bem. Depois de muito tempo de ter criado o blog, eu resolvi ativá-lo pra valer.

Algumas explicações:
Não tava funcionando por que eu tinha enchido o saco de tentar fazer os templates que eu queria colocar aqui funcionarem.
Por isso esse tempo todo sem postar.

Ainda tô tendo problemas na verdade com o template, mas vou usando esse até conseguir editar o que eu quero colocar do jeito que quero. Alguem se habilita a dar uma ajuda?

Bom, a idéia de um blog é muitas vezes associada à de um diário. Bom, não pretendo fazer isso, por mais que role algumas vezes de contar algum "causo". Quero mais usá-lo pra dar vazão à energia que não consigo direcionar pra nenhum outro lugar. Vai que acabo criando algo legal!

Bom, por enquanto é só. Até mais e em breve template novo.