Nossa, a frequncia com que to escrevendo pra esse blog tá me assustando, é muito menor do que eu imaginava que seria, e pior, não escrevi nenhuma vez nada do que pensei em escrever quando criei o blog, escrevi mais dissertações e afins.
De qualquer forma, não vou fugir a regra hj. Eu tava meditando (tudo bem, eu tava viajando na idéia) sobre uma coisa que escrevi no meu fotolog - tem um link pra ele ali no canto direito da tela - algo sobre sorrir o tempo todo, sobre ser muito mais difícil se esconder por trás de um sorriso do que mostrar o que se tenta esconder, o gasto energético é muito menor quando se mostra os sentimentos, e de acordo com algumas correntes de pensamento, mostrar faz muito menos mal.
Eu tava pensando, não é superficialidade demais sorrir sem motivos, ou com motivos para chorar. O conceito de profundidade que vejo muita gente dando às coisas é que tá errado. Não acho que profundidade precise significar sofrimento ou coisas intensas demais. Acho que o simples pode ser profundo, pode ser não vulgar, não leviano.
E eu tava pensando em escrever algo estranho como o que se segue, pra terminar, "de tanto forçar a realidade à superficialidade de um sorriso de mentira, uma hora essa superficialidade pode se tornar o real e mais importante do que o que estava por trás. E pode adquirir uma nova profundidade, mas deixando em outros planos, agora esquecidos o que se tentava ignorar. O sorriso deixaria entÃo de ser de mentira, e o que ele escondia é que se torna mentira..."
E é isso!