segunda-feira, abril 23, 2007

Novo Layout

Bom, é isso, não tem muito o que explicar nem nada, cara nova, força nova, idéias novas e a boa e velha inconstância.

Ah sim, agora eu tenho uma carta na manga para escrever mais (vamos ver se consigo fazer isso de fato): um teclado infravermelho e um palm pedindo para ser usado 24 h por dia que mal me deixa dormir.

E a última novidade é mais relativo a um plano, ando pensando em adicionar gente pra postar aqui, uma equipe.... Idéia ainda sendo submetida à avaliação.


É isso, saudações aos transeuntes.
O passado deveria ficar no lugar dele, escondido bem no fundo das memórias e em alguns casos pra lá da fronteira do inconsciente, perto da divisa dos limites da imaginação.

Frase do final de domingo (e daí se hj é segunda?): "Tudo tem seu preço. E esse é o que pago por ser quem sou..."

Samuka's state: GETTING BETTER #mode on#

segunda-feira, abril 16, 2007

Às vezes lembro de postar só por que alguém deixou algum comentário...

Acho que estou perdendo a mão, estive em condições perfeitas de escrever, e no entanto, nada foi dito. Vamos ver se ainda restou algo que sirva de matéria prima para o imaterial.




Resumo da jornada


Não, não havia nada de novo, nada que já não houvesse sito dito, sentido ou pensando. Um turbilhão de imagens e sons e cheiros e gostos formaram uma densa nuvem que bloqueou toda e qualquer luz. Como todo ser acostumado a ficar muito tempo na luz, havia perdido um pouco da habilidade de enxergar na escuridão. Eu não estava mais em casa, e pior, descobri que não havia mais uma casa.

Talvez por instinto, por memórias fracas, mas impossíveis de serem apagadas, ou por pura sorte, comecei a caminhar. E percebi que havia paredes, inconstantes como deviam ser, variáveis como o esperado e eu estava me tornando sólido demais...

Uma ou duas vezes pude perceber uma luz distante, um som cristalino de uma risada e outras coisas que estavam se tornando irreais novamente. Ainda assim, batento forte nessas paredes abstratas devido à minha concretude, continuei andando, ainda sem entender direito por quê ou para onde.

Por algum motivo achei uma caminho para fora, talvez temporário, talvez irremediável. Talvez... Talvez nada! Nem sorte, nem instinto, nem desejo de luz, aliás, luz??? A verdade, a mais pura verdade, é que me obriguei a voltar pra esses lugares mal frequentados. Me obriguei a lembrar da dor, me joguei propositada e acidentalmente num abismo bem fundo, pra poder sentir a vertigem da queda, o baque do final dela e lembrar dos caminhos já antes percorridos, descendo e subindo, caminhos que queimavam como fogo e cada passo doía mais do que toda minha existência. E que agora estão marcados em mim.

Precisei me forçar, sem saber que o fazia, a me familiarizar com parte de mim mesmo que escorria por entre os dedos sem eu perceber. Uma parte essencial para que eu possa continuar vivo. E me obriguei a lembrar também que, ou eu assumo a inconstância dos caminhos, me torno as possibilidades das escolhas e a abstração das barreiras, ou corro o sério risco de perder-me de mim mesmo e levar-me ao inevitável colapso da falta de possibilidades. Não posso esquecer como se enxerga no escuro, ou não poderei mais fugir da luz e acabarei ofuscado e queimado por ela. Ainda necessito de escuridão, mas não mais de toda a dor do aprendizado de como se viver nela. Só preciso caminhar com a leveza da inexistência e a força da decisão.


Samuel

quinta-feira, novembro 02, 2006

O Novo disco do Matanza "A Arte do Insulto" ficou do caralho. Muito muito bom!
Eis uma das músicas boas do disco - eu sei, ela parece comigo!! hohoho


"Sabendo Que Posso Morrer
(Música de: Matanza)

Não deveria fazer o que eu faço
Passar o que eu passo, beber o que eu bebo
Não deveria dizer o que eu digo
Vivendo em perigo, o que é que eu recebo?


Coisas que eu faço sabendo que eu posso morrer
Coisas que eu faço na hora em que eu penso em você


Não saberia dizer o que eu quero
Quem eu espero, em quem acredito
Não saberia dizer o que eu vejo
Quando eu desejava era ter destruído


Não poderia ser de outro jeito
O que eu tenho feito não é bonito
Não poderia ser diferente
Com toda essa gente me olhando esquisito"

sábado, outubro 14, 2006

Não consigo não pensar nisso que vou dizer quando vejo as propagandas sobre o voto.


Sou brasileiro, eu existo! Juro! Por favor, acredita! Eu posso provar. Olha, sou de carne e osso. Até dizem que se penso existo. Sério! Acredita aí vai!!!


hehehe


E falando sério, eu existo, mesmo.


Nem que eu só exista na dúvida da minha própria existência, de alguma forma eu existo.


Não sei se sou pleno, mas quem sabe um dia.
=)